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IJURIS participa da 3ª Conferência Nacional de Ciência Tecnologia e Inovação
Uma miríade de
relevantes agentes sociais, nacionais e
internacionais encontraram-se, em
Brasília, na 3ª Conferência Nacional
de Ciência, Tecnologia e
Inovação para dar
segmento a um amplo debate democrático e republicano
sobre a natureza de
questões sócio-ambientais, ao
desenvolvimento de uma agenda de interesses
convergentes. O Governo Federal, como fomentador do debate, esteve representado pela Presidência da República, capitaneando esta iniciativa do Ministério da Ciência e Tecnologia, na pessoa do Ministro Sérgio Machado Rezende, e com a presença e participação de outros cinco ministros: Agricultura, Cultura, Desenvolvimento, Educação e Integração Nacional, que apresentaram uma grande quantidade de dados e informações obtidos através da aplicação das principais tecnologias mundiais, também aqui disponíveis, permitindo a visualização de múltiplos cenários ocorrentes. Instados pela natureza participativa e amplo escopo da Conferência que se desenvolveu inicialmente através da chamada de artigos, pautou-se um universo de agentes estratégicos, representados por mais de uma centena de instituições de pesquisa e desenvolvimento públicas e privadas de todo o país, bem como pesquisadores e acadêmicos independentes, que se reuniram numa rodada presencial de debates, divididos em cinco eventos regionais, cujas conclusões foram apresentadas nos dias 16,17 e 18 de novembro como abertura do evento final e documentados em forma de anais, tudo já disponível na biblioteca do IJURIS. Um terceiro grupo de protagonistas sociais, cristalizado no setor produtivo, notadamente a indústria, sem esquecer o setor de serviços que acompanha, esteve representado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) que preparou especialmente para apresentar no contexto da 3ª. CNCTI um grande estudo de caráter perspectivo e planificador de ação para os próximos anos. Deduzidos no Congresso Brasileiro de Inovação na Indústria, dias antes encerrado foi um claro convite à intensificação das potenciais redes de valor relacional. O senso de convergência inevitável entre estes três grupos fluiu para a INOVAÇÃO como alternativa conseqüente do crescimento nacional, não apenas em termos de independência macro-econômica, mas qualidade de vida, liderança regional e especialmente gestão pública. Este arraigamento do que se desenhou como espaço público demonstrou a viabilidade de uma governança estatal através da representatividade direta de agentes sociais responsáveis. O conjunto de diagnósticos apresentados, elencados em estudos multidisciplinares, permitiu concluir que o Brasil já possui todas as qualidades e virtudes sócio-técno-científicas capazes de posicioná-lo na vanguarda da humanidade, desde que ultrapassemos uma tendência secular de estagnação. Ainda que já estejamos indexados acima da média mundial na maioria dos indicadores de competitividade, é indispensável a auto-estima e a astúcia, para que não seja perdido mais um grande momento de evolução nacional. A importância desta 3ª. CNCTI pode ser medida pela distância de suas duas antecedentes, a primeira em 1985 e a segunda em 2000, pois o ritmo da maturação cintífico-técnológica é pujante e inevitável, foco para uma conseqüente política pública em gestação. Nestes cenários de demanda por inovação tecnológica, autêntica e preponderantemente nacional o IJURIS tem reservado importante papel, ora no contexto político como agente de mudança através da governança eletrônica, como no contexto tecnológico através do desenvolvimento da inteligência artificial como ferramenta conceitual de capacitação na tomada de decisão, já que de tudo o quanto foi visto exsurge uma infinita demanda por gestão do conhecimento através de engenharias multidisciplinares. Fábio
André Chedid Silvestre Advogado, Mestre em Engenharia de Produção
e
Sistemas,
Coordenador do Núcleo de Mídia e Comunicação do IJURIS e Editor da Revista PontoGov
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