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a) foi
escolhido um texto
aleatório - sobre engenharia
genética - com 3.014 palavras e 20.112 caracteres (a
íntegra do documento está
no final do presente texto, ANEXO II); b) o
documento foi usado
como entrada textual para consultas
no Ontoweb®
e no Google™; c) ambas
as postagens
foram realizadas no mesmo dia, hora e
minuto (06/02/2006, 15 h e 27 min), com uma pequena
diferença de
segundos,
utilizando o mesmo tipo de computador, navegador e conexão web; d) o
texto não foi
corrigido, editado ou nornalizado; e) o
teste foi realizado
na “versão padrão” de ambas
as
ferramentas.
Os
resultados gerados
foram os seguintes:
Figura 3: Resultados
gerados pelo Ontoweb®. Google™:
uma vez colado o texto na área de consulta, com as 3.014
palavras, o sistema “travou”
e não respondeu à ação de
pressionar o
botão “pesquisar”. Depois de uma certa
insistência, ele emitiu um resultado de erro (“error”,
“bad request”),
dizendo (em
inglês) que solicitação era
“ilegal”.
Figura 4: Resultado
emitido pelo Google™.
Ontoweb® : Mesmo considerando somente os primeiros 7.000 caracteres, o Ontoweb® retornou o mesmo texto - utilizado como entrada da busca - em primeiro lugar, marcando algumas palavras em azul e outras em vermelho:
Figura 5: Documento
considerado mais relevante (o mesmo utilizado na pesquisa).
Figura 6:
Texto resgatado com base em ontologias e palavras-chave.
Figura 7:
Legenda para a relevância dos documentos. 2) O Ontoweb®
foca em fontes
específicas de informação
(governamentais e
comunitárias); 3) O Ontoweb®
é uma ferramenta
informacional de Governo Eletrônico (conceito ampliado), e
sua
estrutura de
fontes e ontologias está orientada por esse conceito; 4) A
versão
padrão do Ontoweb®
pesquisa
somente no período compreendido nos últimos 30
dias (mas
é possível acessar
períodos maiores no ítem
“Análise Avançada”); 5) O Google™,
por sua vez, não é
uma ferramenta de análise de textos, mas somente de busca de
informações; 6) As
estruturas
ontológicas e a base de conhecimento do Ontoweb
estão focadas em assuntos específicos; 7) Ontoweb®
possui um ambiente on-line
para que novas ontologias
sejam
criadas, editadas e integradas à base de conhecimento do
sistema. As
ferramentas
desempenham funções diversas, embora
aproximadas, e cada uma delas possui grande eficiência dentro
do
seu universo
de atuação. ------------------------------- ANEXO I RESULTADO
INTEGRAL EMITIDO PELO ONTOWEB® (primeiros 10 documentos):
--------------------------------------- ANEXO
II ÍNTEGRA
DO TEXTO
UTILIZADO NO COMPARATIVO: “Engenharia
Genética e Modificação
Genética são
termos para o processo de manipulação dos genes
num
organismo, geralmente fora
do processo normal reprodutivodeste.
Envolvem frequentemente
o isolamento, a
manipulação e a introdução
do ADN num chamado
"corpo de
prova",geralmente para exprimir um gene. O objectivo
é de introduzir novas características num ser
vivo para
aumentar a sua
utilidade, tal como aumentando a área de uma
espécie de
cultivo, introduzindo
uma nova característica, ou produzindo uma nova
proteína
ou enzima. Cadeia ADN
Exemplos são a produção de insulina
humana
através do uso modificado de
bactérias e da produção de novos tipos
de ratos
como o OncoMouse
(rato cancro) para pesquisa, através de re- estruturamento
genético. Já que uma proteína
é um segmento
específico de ADN chamado gene,
versões futuras podem ser modificadas mudando o ADN de um
gene.
Uma maneira de
o fazer é isolando o pedaço de ADN contendo o
gene,
cortando- o com precisão, e reintroduzir
o gene para um segmento de ADN
diferente. Daniel Nathans
e Hamilton Smith
receberam
em 1978 o prémio
Nobel em
fisiologia e medicina
graças ao isolamento das enzimas de
restrição, que
são capazes de cortar ADN em
certos pontos. Juntamente com a Ligase,
que consegue
unir fragmentos de ADN, enzimas de restrição
formaram a
base inicial da
tecnologia recombinante
de ADN. A
engenharia genética
oferece a partir do estudo e manuseio bio- molecular
(também chamado de processo biológico e
molecular), a obtenção de materiais
orgânicos
sintéticos. Os processos de
indução da modificação
genética
permitiram que a
estrutura de
seqüências de bases completas de DNA fossem
decifradas,
portanto
facilitando a clonagem de genes. A clonagem de genes é uma
técnica que está
sendo largamente utilizada em microbiologia celular na
identificação e na cópia
de um determinado gene no interior de um organismo simples empregado
como
receptor, uma bactéria, por exemplo. Este processo
é
muito importante na
síntese de alguns sub- produtos
utilizados para o
tratamento de diversas enfermidades. Tabela de conteúdo1
História da engenharia genética2
A era da manipulação genética3
A introdução
do DNA nas células4
Exemplos de produtos oriundos das técnicas de engenharia genética5
Controvérsias quanto à nomenclatura6Aplicações7
Engenharia
genética e as pesquisas8 Ética9
Os medicamentos
genéticos e a ética10
As
afirmações pró e contra das
técnicas de
engenharia genética11
Benefícios alegados12
Efeitos políticos e econômicos// [editar]
História
da engenharia genética Os
pesquisadores norte-
americanos George W. BeadleTatum,
na
década de 1930, demonstraram a
regulação pelos
genes da produção de proteínas e
enzimas e a consequente
intervenção nas reações dos
organismos dos animais. A partir destas pesquisas, teve
início o
progresso de
descoberta da estrutura genética humana. Oswald T. Avery
em 1944, pesquisando a cadeia molecular do ácido
desoxirribonucléico (ADN),ou
(DNA),
descobriu que este é o componente cromossômico
que transmite informações genéticas.
Em 1953 os
ingleses Francis H. C. Crick,
Maurice Wilkins
e o norte-
americano
James D. Watson conseguiram mapear boa
parte da estrutura da molécula do DNA. Em 1961 os franceses
François Jacob e
Jacques Monod
pesquisaram o processo de
síntese de
proteínas nas células bacterianas. Descobriram
que o
principal responsável pela
síntese é o DNA, que passou então a
ser o elemento
central das pesquisas de
engenharia genética. Em 1972, na Universidade de Stanford,
na
Califórnia, o norte-
americano Paul
Berg ligou duas cadeias de DNA. Uma
era de origem animal, a outra bacteriana. Esta foi a
primeira experiência bem sucedida onde foram ligadas duas
cadeias
genéticas
diferentes, e que é considerada por muitos autores o
início da criação
sintética de produtos de engenharia genética.
Cadeia ADN
Montagem Em 1978, o
suíço Werner Arber
e os norte-
americanos
Daniel Nathans
e
Hamilton O. Smith foram laureados com o Prêmio Nobel de
medicina
ou fisiologia
por terem descoberto as enzimas de restrição, que
são substâncias capazes de
cindir o DNA controladamente
em pontos
precisos. [
editar] A era da
manipulação genética Iniciou
então a era
da manipulação de mensagens genéticas
expressas em
seqüências de fragmentos que
compõem o código hereditário, os
nucleotídeos. Inserção de
informação
genética
A partir deste momento a engenharia genética passou a cortar
ou
modificar as
moléculas de DNA, utilizando enzimas específicas
que
reconhecem as mensagens
codificadas. As ligases,
enzimas que agem
para unir a
cadeia fragmentada começaram a ser descobertas e sitetizadas
para manipulação genética. A sequência
de descobertas
cresceu rapidamente, os genes começaram a ser
transplantados, e
a possibilidade
de isolá- los
do resto do
DNA do organismo de que procedem
possibilitou sua sintetizão
a
partir do ácido
ribonucléico mensageiro, o ARNm
ou RNmA,
do qual depende o código
genético. Passou a ser real
sua cópia de acordo com a seqüência do
DNA, portanto,
a síntese artificial de
diversas substâncias orgânicas também. [ editar]
A
introdução do DNA nas células Com a
introdução de fragmentos de DNA isolados no
interior de uma célula, esta passou a reproduzir a mensagem
genética induzida
pelos vetores. Os vetores que são responsáveis
por este
processo, podem ser plasmídios,
vírus ou ambos combinados, também manipulados
geneticamente. Como os plasmídios
são seqüências
circulares de DNA, e podem se reproduzir de forma autônoma, e
ainda estão
contidos no citoplasma de certas células vegetais e
bacterianas,
são elementos
genéticos extracromossômicos,
portanto ideais para a
transmissão de informação
genética. [
editar] Exemplos
de produtos oriundos das técnicas de engenharia
genética
Alguns exemplos
típicos de produtos oriundos do uso de métodos de
engenharia genética são: A
insulina.Os interferonas.A interleucina.Algumas
proteínas do sangue: A albumina.O fator VIII.Alguns tipos de
ativadores das
defesas orgânicas para o tratamento do câncer, como
o fator necrosante
de tumores.A criação de vacinas
sintéticas contra:
Malária.Hepatite B.A
criação e desenvolvimento de biotecnologias para
a
pesquisa segura de substâncias cuja
manipulação
envolve alto risco biológico:
Vacinas que se preparam com vírus infecciosos, onde pode
existir
o risco de
vazamento incontrolado.[
editar]
Controvérsias quanto
à nomenclatura A modificação
genética
também chamada de manipulação
genética
são termos preferidos por alguns pesquisadores. Estes
afirmam
que por serem
neutros, tecnicamente é preferível o uso destes
ao
invés da designação engenharia
genética, considerada controversa. Vários
opositores do
termo modificação usam
a palavra engenharia genética e discutem sobre a
manipulação dos genes em
combinação com a bioquímica das
células,
pois pouco se sabe dos danos
colaterais ocorridos a pós a
modificação de um
organismo. A relutância de se
reconhecer a palavra engenharia tornou- se
popular nos
movimentos antiglobalização
e seguramente na maior
parte dos partidos ecológicos em especial na
França e na
Alemanha. Predomina
naquelas regiões uma resistência às
politicas agricolas
que utilizam
o alimento geneticamente modificado. Os grupos contrários ao
consumo de
subprodutos alimentares geneticamente modificados,
tendem
a resistir ao termo engenharia genética porque a palavra
modificação causa um
impacto maior. Aqueles que defendem o termo da engenharia
genética afirmam que
a pecuária e a agricultura são também
formas da
engenharia pelo uso da selecção
artificial em vez de técnicas
modificação
genética
moderna. Não são os políticos que
discutem as
causas económicas
ou cientificas que geram nos seus trabalhos
fiscalizações
atentas, são os
cientistas. Estes, não objectam
o
termo modificação
genética no que se aplica ao seu trabalho, porém
a forma
como é substituído o
termo engenharia. [
editar]
Aplicações Umas das mais
conhecidas aplicações da engenharia
genética
são os organismos geneticamente
modificados (OGM). Existem muitas aplicações biotecnológicas
da modificação genética, por
exemplo as vacinas orais
produzidas nas frutas, estas pela simplicidade de
obtenção tem baixo custo.
Isto representa o desenvolvimento das
modificações
genéticas para os usos
médicos e abre uma porta ética para os usos da
tecnologia
para modificar os
genes humanos. Esses efeitos são geralmente
irreversíveis
nos genomas humanos,
mas não no ambiente da interacção
das proteínas. Isso
significa que os genes pelos quais são detectados e
adicionados
são pouco exactos,
inseridos e
literalmente disparados sobre o ADN
que pode causar, em casos raros, características
não
planeadas previamente.
Semelhantes objecções aplicam-
se
à engenharia das proteínas e engenharia molecular
como
produção de drogas. Uma
única proteína ou molécula pode ser
examinada com
mais facilidade e com maior
qualidade de controle, ao invés de um genoma completo devido
à complexidade.
Enquanto a engenharia das proteínas ou molecular necessita
de
muitos testes
para determinar se os produtos podem causar problemas para a
saúde, a posição
da maioria dos engenheiros genéticos não requer
esta
responsabilidade, devido
ao produto resultante da produção ser
substancialmente o
mesmo que o original e
que foi produzido pelo mesmo genoma. Uma das maiores
ambições de alguns grupos
de pesquisadores é a possibilidade da melhoria das
capacidades
humanas físicas
e mentais pelo uso da engenharia molecular. [
editar]
Engenharia genética e as pesquisas Apesar da grande
evolução da genética nos
últimos vinte anos, ainda existe muito para pesquisar. A
contar
com o projecto
de pesquisa do genoma
humano e dos genomas de
vegetais e animais significativos. Atualmente existem grandes
possibilidades de
se realizar as expectativas. A expansão e barateamento dos
processos para as
descobertas e os acessos para a informação da
compreensão genética tornaram- se
realidade. Uma
imensa
quantidade de nucleótidos
em sequência
já foram postos na Internet e verificados
pelos mais
diferentes
institutos de pesquisas. Atualmente o maior desafio é
elucidar
as funções das
redes complexas de interacção
das proteínas, a
duplicação da proteoma,
que
constitui os códigos
genéticos de todos os seres vivos. A Engenharia
Genética tornou-
se valiosa nas pesquisas de
proteínas, e outras onde se
pode utilizar
todos os tipos de técnicas possíveis, incluindo
habilidades como: A perda das
funções, como numa experiência de desactivação,
que
podem ocorrer num determinado organismo com a falta de um ou mais
genes. Desta
forma é possível determinar e analisar defeitos
causados
por mutação. E pode
ser consideravelmente útil para não causar danos
em
determinados genes. Isto
pode ser usado especialmente no desenvolvimento da biologia. Uma
experiência de desactivação
envolve a
criação e manipulação de
ADN
construída in vitro,
que numa desactivação
simples consiste em copiar um determinado gene que foi alterado e assim
pode
bloquear a sua função. A
construção do gene
cópia inserido em células
estaminais embrionárias, substituindo o próprio
gene.
Essas células injectadas
nos blastocistos
podem
ser implantadas nos humanos. Outro método utilizado em
organismos simples como
as drosophilas,
é introduzir
mutações em grandes
populações com o fim de buscar por uma
mutação desejável, este processo pode
ser aplicado em vegetais. O ganho de funções pelo
contraste lógico da desactivação
às vezes é feito numa
conjunção com as
experiências comparativas. Estas são feitas como
em
engenharia da desactivação.
Ao invés de construir um certo organismo e supondo-
se aumentar a
função dum gene determinado,
normalmente podem ser produzidas copias extras do gene e atraindo assim
varias
transcrições deste, algumas desativadas outras
não, sendo assim possível a
comparação do bloqueio de
funções.Pesquisas
que procuram informações sobre
localizações e interacções
duma proteína desejada.
Uma forma de fazer isso é substituir um gene selvagem por um
gene de fusão que
na justaposição do elemento de prova, como uma
proteína verde fluorescente por exemplo,
pode permitir a visualização do produto da
modificação genética. Enquanto esta
técnica
é útil, a manipulação pode
destruir
algumas funções do gene de prova criando efeitos
secundários e possivelmente
questionando os resultados da experiência.
Técnicas mais
sofisticadas estão em
desenvolvimento para visualizar produtos sem a
alteração
das suas funções, como
por exemplo, a adição de pequenas
seqüências
que podem possibilitar a junção de
genes em anticorpos monoclonais. [
editar] Ética Pela
sua natureza, o desenvolvimento da
engenharia
genética convive com problemas legais e éticos.
Um dos
principais fatores que
exigem um controle estreito da sociedade organizada, e tem gerado
polêmicas ético-
morais,
é a manipulação da herança
genética
de seres
vivos com fins eugênicos, ou seja, a de
depuração
da espécie, ou das raças com
a finalidade de criar uma espécie, ou raça nova
por meios
não naturais. Um
exemplo típico seriam as mutações
controladas, que
em determinado momento podem
fugir a este controle e resultar na obtenção de
microrganismos, ou mesmo
organismos com características inexistentes e desconhecidas,
como a capacidade
de produzir toxinas ou doenças, ou ainda
bactérias com
resistência a
antibióticos, entre outros. Em 1993 os pesquisadores Robert Stillman
e Jerry
Hall da Universidade George
Washington
realizaram a primeira clonagem de embriões humanos. Embora
não tenha sido
continuada a experiência, houve protestos em todo o planeta.
Este
fato por si
só, criou implicações religiosas e
morais. Estas
levaram à necessidade de uma
regulamentação rígida das pesquisas
com
embriões humanos. A finalidade é evitar
o uso de técnicas de engenharia genética cujo
objetivo
pode ser a alteração
permanente do fenótipo da espécie.
Além disso, as
técnicas de clonagem podem
ser utilizadas para copiar artificialmente indivíduos que
apresentem genótipos
considerados ótimos para determinados fins (militares, ou
mesmo
olímpicos
por exemplo, com a
criação de uma super- raça humana). [ editar]
Os medicamentos genéticos e a
ética A insulina,
tão importante ao enfermos de Diabete, além da interferona,
são atualmente possíveis graças aos
progressos da
engenharia genética e da
bioengenharia. Na agropecuária, na medicina, entre outros
campos, ainda existem
os riscos quanto à manipulação da
estrutura
genética. Segundo muitos autores,
as questões éticas ligadas à
criação
de réplicas humanas em laboratório são
reais e devem ser levadas à
sério pela sociedade.
Outro fator que deve ser levado em conta, é o uso das células-
tronco, e suas consequências,
ainda
desconhecidas. [
editar] As
afirmações pró e contra
das técnicas de engenharia genética Os
engenheiros
genéticos afirmam que a
tecnologia de manipulação genética
é
segura. Dizem alguns que é necessária a
fim de manter a produção de alimentos e que esta
continuará a possibilitar o
crescimento das populações. Entretanto, outros
discutem
que o maior problema é
a distribuição, e não a
produção,
pois o crescimento actual
da população é o resultado da
distribuição desigual de alimento e da riqueza,
para estes não há necessidade da
produção
de alimentos geneticamente
modificados. Outros ainda, afirmam que as
modificações
genéticas podem ter consequências
inesperadas, podendo ser nos organismos
modificados, e ou nos seus ambientes. Por exemplo, determinadas partes
do milho
podem ser desenvolvidas para que sejam tóxicas para
determinados insectos
que as comerem. Mas quando a
polinização é feita
com outras espécies de milho vulgar, os genes relevantes na
alteração são
transmitidos. No entanto, isto introduz um novo gene no milho fora das
colheitas. Por razões como estas, os efeitos
ecológicos e
no ambiente das
plantas transgênicas
estão
sempre a ser
investigados. Por este motivo
no Brasil, no Estado do
Paraná, um dos maiores produtores mundiais de milho,
é
proibido o trânsito e
comercialização de produtos agrícolas trangênicos,
liberados em outros estados da Federação. Os activistas Anti-
Engenhariapré descobrimento
utilizado pelos silvículas.
A situação chegou a tal ponto que somente era
possível a compra de semente
importada de empresas multinacionais que detém a patente
biológica do produto.
Portanto para o plantio do milho era necessário o pagamento
para
estas empresas
estrangeiras. O
bloqueio executado contra o
plantio,
comercialização e tranporte
deste tipo de produto
gerou no Estado o
desenvolvimento do chamado certificado de
liberdade de transgenia,
aumentando substancialmente o
valor da
produção da região, além da
redução de remessa de divisas para outros
países
que detém as patentes e que sequer produzem a
espécie.
Segundo afirmações
ainda, as colheitas tolerantes aos herbicidas seriam, por exemplo,
tratadas com um
herbicida próprio, que iria
até
ao ponto onde já
nem ervas daninhas existissem no local
em questão, e as
plantas tóxicas aos insectos
significarão colheitas
livres destes. Isto poderia resultar no declínio de
vários animais selvagens (por exemplo
pássaros) que dependem das sementes e/ou
dos insectos
existentes nas
ervas daninhas, como alimento. Estudos recentes, em 2003, à
escala de fazendas
no Reino Unido, revelaram que este é o caso a beterraba
doce,
mas não com o
milho(no
entanto, no último exemplo,
a colheita do
milho também tinha sido tratada com pesticidas que
prejudicam o
ambiente, estes
foram, consequentemente,
retirados do uso
nos Estados
Unidos da América). [ editar]
Benefícios alegados Os
especialistas das técnicas genéticas actuais
enumeram
os benefícios que a tecnologia pode ter nas plantas
comestíveis. Por exemplo,
nas difíceis condições
agrícolas dos
países em desenvolvimento (também
conhecidos como países subdesenvolvidos, ou do Terceiro
Mundo).
Dizem que, com
modificações, as colheitas existentes poderiam
prosperar
sob as circunstâncias
relativamente hostis, fornecendo maiores quantidades de alimento. A ideia
do chamado arroz dourado também
agrada os peritos, uma
variedade geneticamente
alterada do arroz, que contém níveis
elevados de vitamina A.
Existe a esperança que este arroz
possa aliviar
o défice
de vitamina A no Mundo,
que contribui para a
morte de milhões de pessoas anualmente. Os peritos afirmam
ainda
que as
colheitas geneticamente projectadas
não são
significativamente diferentes daquelas modificadas pela Natureza ou
pelos seres
humanos no passado, eestas
que, pela
extensão, são
tão seguras ou mesmo mais seguras do que o uso de tais
métodos. Existe uma
transferência de gene entre eucarióticos e
procarióticos unicelulares. Até
agora ainda não houve catástrofes
genéticas
resultantes disto. [
editar] Efeitos
políticos e econômicos Muitos oponentes
à
engenharia genética actual
acreditam que a ascensão
do uso de OGM em grandes plantações causou uma
poderosa
inclinação em
agricultura para companhias de biotecnologia, que ganham poder
excessivo na
produção de comida, e sobre os agricultores que
usam os
seus produtos também.
Pessoas a favor das técnicas correntes de engenharia
genética acreditam que vai
diminuir a necessidade de pesticidas e trouxe maior produtividade
agrícola para
muitos agricultores, incluindo até os dos países
em
desenvolvimento. Umas
licenças de OGM permitem agricultores em países
em
desenvolvimento poupar sementes
para a plantação do ano seguinte. Em Abril de
2004, Hugo Chávez
baniu totalmente o uso de sementes geneticamente modificadas na
Venezuela. Em
Janeiro de 2005, o governo da Hungria seguiu, e anunciou que bania a
importação
e plantação de sementes de milho geneticamente
modificadas, apesar de terem
sido autorizadas pela união Européia
e Edward L. Genética dizem que
com os conhecimentos
atuais de genética, ainda não existe nenhuma
maneira de
se assegurar que os
organismos geneticamente modificados fiquem controlados. Afirmam ainda
que o
uso desta tecnologia fora de laboratórios tem riscos
inaceitáveis para o
futuro. Existe o receio de que determinados tipos de colheitas
geneticamente
criadas reduzirão a biodiversidade no Planeta. Um exemplo
típico ocorreu no
Estado do Paraná no Brasil, onde não existia mais
o milho
oriundo da época"
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