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ONTOWEB®: FERRAMENTA INFORMACIONAL DE GOVERNO ELETRÔNICO

Ontoweb: A Nova Era das Ferramentas de Busca

O ONTOWEB® é um sistema de análise de informações na Internet, que possibilita uma pesquisa contextualizada nas fontes acessadas. É uma solução desenvolvida com a última geração das tecnologias digitais de tratamento textual, com destaque para a Pesquisa Contextual Estruturada – PCE, a Representação do Conhecimento Contextualizado Dinamicamente – RC2D e a Engenharia de Ontologias.

PCE

A singularidade desta tecnologia permite a realização de consultas com grandes volumes de texto e destaca-se na nova era da internet, na qual semântica e ontologias trabalham juntas para incrementar o processo de busca de informações relevantes em documentos digitais. Quanto maior o texto de entrada, melhor é a qualidade da resposta do ONTOWEB®. Com uma pesquisa em fontes selecionadas e uma maior precisão nos resultados apresentados, o ONTOWEB® agrega velocidade, precisão e qualidade ao processo de tomada de decisão.  



A utilização de ontologias permite ao ONTOWEB® ativar uma sistemática completamente inovadora na localização de documentos, por considerar o contexto do assunto que está sendo pesquisado. As ontologias formam uma rede pré-existente de conceitos inter-relacionados que expandem o conceito utilizado, indicando ao sistema o cenário em que ele se enquadra, com base no processo de RC2D. A partir daí, o ONTOWEB® localiza, automaticamente, quais registros em sua base guardam mais semelhança com o texto digitado.  



Como as fontes de informação são selecionadas previamente, evita-se a recuperação de itens irrelevantes ou mesmo de lixo, apresentando resultados eficientes e organizados por ordem de similaridade. O ONTOWEB® está focado no cenário de Governo Eletrônico, sendo a primeira ferramenta informacional do mundo especialmente dirigida a este contexto, tanto no que diz respeito às fontes de informação quanto à sua estrutura de ontologias. Isso quer dizer que ele não é, hoje, um buscador genérico, embora esta tendência seja sentida desde o seu início. Com algoritmos potentes e validados por consistentes processos científicos internacionais o ONTOWEB® contempla uma nova modalidade de estruturas informacionais e representação do conhecimento, proporcionando buscas mais precisas e detalhadas.  



O ONTOWEB® está registrado junto ao INPI, e consolida as bases conceituais da tecnologia KMAI® e de outras tecnologias e metodologias essencialmente brasileiras e ratificadas pela comunidade científica internacional, as quais, somadas a inovadoras técnicas de Inteligência Artificial, geram importantes diferenciais:

•  Possibilidade de utilização de mais de 15.000 caracteres para análise: o campo de pesquisa não é limitado a palavras chave ou a simples expressões de busca. Ao final deste texto, você vai encontrar um exemplo de entrada textual que pode ser feita no ONTOWEB®, utilizando 1.868 palavras e 11.755 caracteres (ANEXO II). Experimente copiar o texto (integralmente) e colar na área de análise do ONTOWEB®. Esse número será ainda maior no futuro, pois a tecnologia consolidada no KMAI®, que originou o ONTOWEB®, já permite consultas com até 210.000 caracteres.

•  Geração de gráfico de linhas na resposta: por meio dele é possível acompanhar a variação do assunto pesquisado no tempo, gerando subsídios para uma análise qualitativa mais eficiente.  



•  Utilização de ontologias contextualizadas no processo de recuperação: expandindo os conceitos utilizados na pesquisa e identificando seu contexto é possível localizar os documentos mais adequados à demanda solicitada.

•  Apresentação do resultado baseada em similaridade: seu critério de organização de respostas é puramente técnico, garantindo que os registros serão apresentados em ordem decrescente de semelhança com o assunto pesquisado.

• Hierarquização conceitual: a resposta emitida pelo sistema hierarquiza os documentos e textos encontrados.



Mais informações sobre o ONTOWEB®:
- Ontoweb x Google: Ontoweb® vence Google™ em avaliação de qualidade
- Ontoweb: O novo Furacão da Internet
- EGov Search: Ontoweb, a nova era das ferramentas de busca


ONTOWEB®
ANEXO I
Mapa com os acesos mundiais ao ONTOWEB® na sua primeira semana de funcionamento:   

Mapa com os acesos mundiais ao ONTOWEB®

ANEXO II
Exemplo de texto utilizado como consulta no ONTOWEB®, com 1.868 palavras e 11.755 caracteres: Título: 23/07/2004

Os projetos que ampliarão a informatização e a transparência da administração pública e tornarão mais fácil a vida do cidadão brasil Fonte: Agência ComprasNet Data: 20/01/2006 19:46:49 Descrição: “Com tudo isso, o Brasil ocupa a 21 º posição no ranking mundial de visitação às páginas eletrônicas de governo elaborado pela Organização das Nações Unidas (ONU). O retrato perde o brilho na classificação geral, na qual o Brasil cai para o 41 º posto entre os 191 países membros da organização. Isso porque se considera a desigualdade no acesso a serviços de telecomunicação e a qualidade da educação. A atual política de governo eletrônico federal quer reverter esse quadro. Inclusão digital e universalização do acesso a dados estão na lista de prioridades do Comitê Executivo do Governo Eletrônico (Cege), o organismo encarregado de gerenciar e coordenar as ações relacionadas ao tema. De acordo com Rogério Santanna dos Santos, engenheiro de software que já presidiu a companhia de processamento de dados de Porto Alegre e ocupa desde fevereiro de 2003 a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, outra prioridade é integrar os sistemas de informação de diversas áreas, em diferentes regiões do país. O Cege, é composto por secretário- executivos de todos os ministérios e presidido pelo Ministro José Dirceu. Integrar os sistemas de informação nos diversos níveis de governo não é fácil. O Brasil é um país de dimensões continentais e várias iniciativas foram tomadas, nos últimos tempos, para informatizar os serviços públicos. Os movimentos, no entanto, ocorreram de forma descoordenada. Santanna lembra que em vários estados da federação o motorista pode obter informações sobre suas multas, e pagá- las, via internet. Mas nenhuma prefeitura permite que se recorra da autuação pela mesma via. Para isso, ainda é preciso percorrer os corredores da burocracia, perder tempo, gastar papel. A proposta do Cege é superar obstáculos desse tipo. Se tudo correr bem, em pouco tempo o cidadão brasileiro precisará apenas de um clique para ter acesso a informações sobre seus direitos, para saldar dívidas com o leão, para descobrir onde ratar um problema de saúde ou para registrar o filho recém- nascido. Mesmo que o cumprimento dessas tarefas exija a participação de diferentes agências e níveis de governo , haverá somente uma porta de entrada- os múltiplos sistemas estarão interligados. O objetivo é permitir que qualquer cidadão brasileiro, munido de um cartão de memória com configurações e arquivos pessoais, e tendo um endereço eletrônico gratuito (oferecido pelo Correio, por exemplo), possa se conectar em banda larga à rede mundial de computadores através de telepontos públicos e acessar as páginas do governo brasileiro, usando para isso software de código aberto. Quem acompanhou a reunião do Cege do dia 19 de maio, e ouviu Santanna apresentar (e fazer aprovar pelo plenário) os princípios da nova política de e- gov, ficou sabendo que governo eletrônico e inclusão digital são vistos como indissolúveis e que a utilização do software livre é considerada estratégica na atual administração. Isso porque de nada adiantará existirem portais práticos e eficientes, com informações e serviços públicos, se a população não tiver como utilizar a rede de comunicação por computadores. E o custo das máquinas e dos programas que cobram direitos autorais é muito elevado. Portanto, a multiplicação dos pontos em que as pessoas possam utilizar, de forma compartilhada, equipamentos dotados de software livre, é essencial. Para estimular a sociedade de uma forma geral a pensar sobre o tema, foi lançado no início do mês de junho o Guia Livre- Referência de Migração para Software Livre do Governo Federal. O evento aconteceu durante o 5 º Forúm Internacional de Software Livre realizado em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O Guia contém soluções para quem quer mudar seu sistema, além de quatro experiências concretas que servem como base de consulta. Com 150 páginas, a publicação pode servir de referência para empresas, entidades ou organismos da administração pública. Foi elaborado com base em material semelhante elaborado pela Comunidade Européia e está disponível no site www.governoeletronico.gov.br. Entre as metas governamentais no sentido da superação do atraso do Brasil, no que diz respeito à inclusão digital, está a instalação de seis mil telecentros em todo o país até 2006. Outra ação é o programa Computadores para Inclusão, lançado no dia 27 de maio. Inspirado em experiência canadense, ele pretende reciclar as máquinas descartadas pelos organismos públicos- cujo número deve chegar a 120 mil nesse ano. Tem mais. Em cinco centros, jovens remunerados pelo programa Primeiro Emprego deverão montar máquinas equipadas com o sistema operacional Linux. O Fundo de Universalização para o serviço de Telecomunicações será utilizado para conectar 185 mil escolas, 5 mil bibliotecas e 63 instituições de saúde- 300 mil pontos no total. Com essa teia em funcionamento, muita gente que hoje só tem contato com a informática quando vai ao banco ou passa pelo caixa do supermercado poderá entrar para o rol dos incluídos no mundo digital. Conversa liberada. Na outra face da questão, que diz respeito à oferta de serviços pelo diferentes organismos governamentais, a Cege trabalha na construção de um sistema de interoperabilidade, uma arquitetura que permitirá a comunicação sem empecilhos entre os diferentes poderes e níveis de governo . Com a implantação desse sistema as informações das várias secretaria de segurança do país e da Polícia Federal poderão ser cruzadas. O mesmo se dará com os portos e aeroportos. O padrão a ser seguido está no documento oficial Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico, também chamado e - Ping. A arquitetura e - Ping define um conjunto mínimo de premissas, políticas e padrões que regulamentam a utilização da Tecnologia de Informação e Comunicação no Governo Federal, estabelecendo as condições de interação com os demais poderes e esferas de governo e com a sociedade em geral. Faz com que os diferentes sistemas de informação existentes nas diversas esferas de governo consigam falar entre si, o que não acontece hoje em dia. Na explicação de Santanna, trata- se de estabelecer interfaces de comunicação padronizadas entre os sistemas em operação de tal maneira que modificações em qualquer um deles não prejudiquem a integração . O e - Ping foi o grande vencedor no VII Prêmio Conip de Excelência em Informática Aplicada aos Serviços Públicos, entregue durante o X Congresso de Informática Pública realizado em São Paulo em junho. O projeto ganhará o selo Excelência de Qualidade e também o prêmio oferecido pela embaixada da França, que é a apresentação do trabalho no 5 º Forúm Mundial de Democracia Eletrônica, que acontece em setembro próximo, na cidade francesa de Issy- les- Moulineaux. A implementação do e - Ping facilitará o desenvolvimento econômico. Simplificará a vida das empresas, em especial das micros e pequenas. Reduzirá os gastos públicos com licenças de software proprietários. Em muitos casos, permitirá que recursos já existentes sejam melhor aproveitados, o que evitará que se tenha de fazer novos investimentos para reduzir o custo Brasil que tanto atrapalha a competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional. Democratização do sistema Os pesquisadores e estudiosos dos organismos internacionais interessados em promover o desenvolvimento econômico afirmam que a decisão de existir no Ciberespaço transforma a gestão pública. A prestação de serviços públicos via rede impõe a revisão e a simplificação das rotinas. Algumas experiências brasileiras comprovam a tese. depois que o Diário Oficial da União passou a ter uma versão digital, o número de funcionários da Imprensa Nacional caiu de 718 para 369. A área ocupada pela estrutura necessária à edição da publicação foi reduzida em 70% e os cofres públicos economizaram 87 milhões de reais por ano, segundo os números fornecidos por Pedro Parente, que foi Ministro- Chefe da Casa Civil no governo Fernando Henrique Cardoso e presidente do Cege. Há no governo federal 2,2 mil unidades compradoras. Desde 1997, todas elas se interligam pelo Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais- SIASG, através do Portal Comprasnet, que foi desenvolvido pelo SERPRO, empresa federal de processamento de dados. Desde que o portal começou a operar, o número de fornecedores cadastrados no sistema aumentou de 61 mil para 194 mil em 2003. O número de transações no dia de maior movimento passou de 676 mil em 2002 para 766 mil nesse período. É evidente o aumento da competição, o que pode ter grande impacto na redução dos custos públicos. As compras federais somam cerca de 520 bilhões de reais, segundo a estimativa de Santanna. O Pregão Eletrônico com resgistro de preços, para a compra de medicamentos, começou a operar em maio. O novo sistema, pela estimativas do secretário, também trará uma redução de custos. Essa redução deverá ser 1,3 a 2,6 bilhões de reais por ano. Além disso, no novo sistema o preço vencedor no pregão fica registrado como valor que o fornecedor está obrigado a praticar ao negociar com qualquer órgão conveniado o Sistema Único de Saúde, o que pode ser uma importante ferramenta para evitar fraudes nas compras, como as que estão sendo investigadas no âmbito do Ministério da Saúde no momento. Com a experiência o Brasil aproveita outra vantagem da utilização dos avanços tecnológicos na administração- o aumento da transparência . Dessa forma, cresce a confiança do povo nas autoridades, o que pode resultar no aumento da participação política. Essa é outra face interessante da universalização dos serviços eletrônicos do governo . A ampliação do e - government, na análise dos técnicos do Banco Mundial expressa no artigo The Transformative Potential of E - Government in Transitional Democracies, publicado no site da instituição (www.bancomundial.org.br), é especialmente positiva nas “democracias em transição”. Em grande parte das regiões desenvolvidas do planeta a utilização da internet para a prestação de serviços é questão de ordem. A União Européia pretende expandir o governo eletrônico como estratégia para chegar a 2010 com uma economia mais dinâmica e próspera. O documento oficial o Papel do E- Gov para o Futuro da Europa justifica:?pelo fato de o setor público ser o maior comprador da economia (movimenta 45% do PIB europeu), e porque poupar tempo é importante para a competitividade, um e- gov melhor vai dinamizar a relação das empresas com a administração e impulsionar o crescimento econômico?. É exatamente por esse caminho que o Brasil está enveredando. Com computadores nas escolas e em centros públicos de consulta, com sistema integrados de informação e com portais bem estruturados, os cidadãos e as empresas poderão viver e trabalhar melhor e todo o país lucrará. A internet entrou no Brasil com atraso. Apenas no início da década de 1990 as pessoas puderam utilizá-la. Hoje, segundo dados da Organização das Nações Unidades, somente 18% da população têm acesso à rede. É muito pouco se comparando a países desenvolvidos. Mas em relação aos países vizinhos o Brasil não está assim tão mal. A conclusão, quando se observa o cenário em perspectiva, é a de que as instituições públicas, as empresas, as escolas e as pessoas de maneira geral têm uma tarefa árdua pela frente. Mas os primeiros passos para a transformação do Brasil num país mais justo e eficiente estão sendo dados”.
 


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