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[ Sobre o IJURIS ] História A melhor pós-graduação em Direito do país, e um dos melhores Centros Tecnológicos do Brasil: essas são as origens do Instituto Jurídico de Inteligência e Sistemas (IJURIS ), fundado em 09 de setembro de 1999. A idéia de originar um grupo de pesquisa voltado à aplicação de Tecnologia da Informação para agilizar e implementar os processos jurídicos já vinha amadurecendo desde 1994. Passaram-se três anos, quando Hugo César Hoeschl, idealizador e fundador do IJURIS, teve a oportunidade de estruturar um grupo de estudos durante o seu doutorado na Pós-graduação em Engenharia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que resultaria na principal pesquisa da equipe. Mas apenas cinco anos mais tarde, que o Instituto foi formalizado como organização civil sem fins lucrativos. Até então o grupo ostentava um currículo exemplar, com participação na seleta Conferência Internacional de Inteligência Artificial e Direito (ICAIL) e se destacando em jornais estaduais e nacionais. Tudo pelo seu trabalho com o Jurisconsulto®, que realizava buscas em jurisprudências utilizando metodologias de inteligência artificial. Após a fundação não poderia ser diferente, a equipe aperfeiçoou as técnicas de busca inteligente, aplicando-as em sites destinados aos profissionais e estudantes da área jurídica. Técnicas de aplicação de inteligência artificial eram estudadas e ao final de 2000, concluía-se o Olimpo®. Esse software foi feito para uso exclusivo do Conselho de segurança da ONU, utilizando metodologias desenvolvidas pela equipe. A RC2D, um método responsável pela criação de um banco de dados que organiza as informações de tal forma que possam facilmente ser analisadas, e a PCE, capaz de reconhecer a solicitação do usuário e garimpar as respostas cabíveis. Com o Olimpo®, a equipe ganhou mais uma vez as páginas dos jornais e novamente foi selecionada para o ICAIL. Durante o ano de 2001 o IJURIS se concentrou na realização de projetos, e no seguinte, ele obteve o retorno pelos seus esforços. Nos primeiros meses, os que foram enviados para avaliações junto a Finep e o CNPq, retornavam não somente com aprovação, mas também com o título de Centro de Referencia em Gestão do Conhecimento, pelo Ministério de Ciência e Tecnologia, através da Finep. No decorrer de 2002, o Instituto também reafirmava seu objetivo de disseminação de conhecimento e reforçava seus laços com a academia. Três disciplinas eram ministradas na UFSC e um curso de especialização era realizado em parceria coma Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul). Em 2003 surge um novo marco história do Instituto: Após encaminhar a solicitação para Câmara Municipal de Florianópolis, e sua subseqüente aprovação, o Ijuris teve o reconhecimento de seu papel como centro de pesquisa relevante para a sociedade e aos avanços da ciência nacional e obteve a qualificação de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip). Com isso, busca-se a profissionalização do terceiro setor, já que, sendo uma Oscip, uma entidade sem fins lucrativos pode remunerar seus pesquisadores dispondo de pessoal dedicado integralmente aos seus projetos. Ao expandir suas possibilidades de atuação, o Ijuris amplia as chances de conquistar mais espaço no meio científico mundial. Até então já são 40 papers aprovados em congressos de renome: Ifip, Icail, Dexa, RoboCup, Collecter, Iceis, Bileta, ICUKL UNL, Engema e Enviroinfo. Das pesquisas realizadas na Organização resultam trabalhos sobre Inteligência Artificial aplicada ao Direito, Meio Ambiente, à sistemas de informação. Metodologia e tecnologia de ponta, nascida no Brasil e exportada ao mundo todo. É conhecimento nacional gerado por quem se preocupa em incentivar e destacar o potencial científico do país.
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